terça-feira, abril 07, 2026

Desista de mim


Desconheço o tal "fio da meada".

No entanto muito da cruz e a espada.

Moro no olho do redemoinho:

É no problema que encontro solução.

Existo entre a morte e a vida:

charada barata ou enigmático mistério?

Trago veneno nas veias e artérias,

há veneno na linfa, na mente,

há veneno em minha língua.

Mas porquê sei que é cura

para todas as nossas feridas. 

Quem sou eu?

.

Ninguém decifra.

Quem tenta contempla

até que se perde.

Enrijece como quem viu Medusa:

duros, agarrados nos achismos.

Há algo não sabido:

Eu tenho o amanhecer!

acha ser mais um enigma?

Esse é mistério.

Quem sou eu?...

Desista, 

eu escapulo!