Pagando o pato
Você alguma vez já teve que pagar o pato?
Não!?
Parabéns, pois os homens geralmente pagam patos por dia.
Essa semana quando voltava do trabalho à noite, no ônibus, logo atrás de mim tinham dois “homens” (brutamontes) que me incomodaram a longa viagem de trinta minutos. Os denominados pela genética de “homens” falavam pelos cotovelos das mulheres. Em especial de um tal de Denise.
-Meu irmão, sabe quem eu vi?
- Quem?
- Denise.
- Quem?
- Denise, aquela gostosa lá do shopping.
- Sei. E aí?
- Chamei ela para ir dá uma volta lá pelo shopping mesmo pra na gastar mais passagem. Na hora de pagar a conta eu paguei né!? --- Depois saímos de novo uma semana depois, fomos da a mesma voltinha. Na hora de pagar a conta que eu fui tirar o dinheiro ela falou: “- Não, não eu faço questão de pagar”. --- Eu falei: “- Não, eu pago!”, mas por dentro eu dizia: “- Paga miserável, paga”. Ela acabou pagando.
- Mas rapaz foi mesmo?
- Eu não fiz nem questão. A nega é muito otária. Acho que sabe o que eu quero dela.
(...)
É por causa desses tipos de “homens” que, nós da raça XY pagamos vários patos. Mesmo sabendo-se que há exceções, a sociedade (mulheres) generaliza. É muito chato pagar o pato pelos outros.
Agora, hei vocês aí do ônibus Joana Bezerra – Boa Viagem, vamos ver né? Assim não dá!
Não!?
Parabéns, pois os homens geralmente pagam patos por dia.
Essa semana quando voltava do trabalho à noite, no ônibus, logo atrás de mim tinham dois “homens” (brutamontes) que me incomodaram a longa viagem de trinta minutos. Os denominados pela genética de “homens” falavam pelos cotovelos das mulheres. Em especial de um tal de Denise.
-Meu irmão, sabe quem eu vi?
- Quem?
- Denise.
- Quem?
- Denise, aquela gostosa lá do shopping.
- Sei. E aí?
- Chamei ela para ir dá uma volta lá pelo shopping mesmo pra na gastar mais passagem. Na hora de pagar a conta eu paguei né!? --- Depois saímos de novo uma semana depois, fomos da a mesma voltinha. Na hora de pagar a conta que eu fui tirar o dinheiro ela falou: “- Não, não eu faço questão de pagar”. --- Eu falei: “- Não, eu pago!”, mas por dentro eu dizia: “- Paga miserável, paga”. Ela acabou pagando.
- Mas rapaz foi mesmo?
- Eu não fiz nem questão. A nega é muito otária. Acho que sabe o que eu quero dela.
(...)
É por causa desses tipos de “homens” que, nós da raça XY pagamos vários patos. Mesmo sabendo-se que há exceções, a sociedade (mulheres) generaliza. É muito chato pagar o pato pelos outros.
Agora, hei vocês aí do ônibus Joana Bezerra – Boa Viagem, vamos ver né? Assim não dá!

1 Comments:
se temho pago, se to duro divido, mas sugar mulher é muita sacanagem, mais sacanagem do querer só comer ela. poemeus.zip.net
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