Débil
Sono. O espírito pairava sobre mim, foi numa noite de intensas badaladas de coração em peito esquerdo. Nomes que se fundiram em mim. De repente a palavra faltou. Sem jeito algum para explicações.
Frases eram o que de mais débil poderiam existir. Minha face não sorria: era de uma pura espessura fina. Era meio-dia, não: era meia-noite. Pedi emprestado um colo. Precisava de algo sem sentido. Qualquer alma. Sentira como se o sol coubesse em mim. Mas eu não cabia nele. Ele me pertencia, mas eu não pertencia a ele. A responsabilidade de tanta que era me deixava desnorteado, eu era um simples nordestino. Pernas simples como dum pardal. Poderia negar qualquer coisa que a tal me seria permitido. Esqueci-te durante alguns curtos ou longos instantes. Mas dei-me conta de que meu coração é teu, e que não poderia esquecer do poder que tivemos um dia. Não poderia esquecer que eu fui todo ao seu dispor. Era uma coisa fria que ficou me mim. Negar-te. Negar-te? Negar-te! Talvez o que me restava fazer. Simplesmente pedir para que não se pronunciasse teu nome. E adormeci.
Frases eram o que de mais débil poderiam existir. Minha face não sorria: era de uma pura espessura fina. Era meio-dia, não: era meia-noite. Pedi emprestado um colo. Precisava de algo sem sentido. Qualquer alma. Sentira como se o sol coubesse em mim. Mas eu não cabia nele. Ele me pertencia, mas eu não pertencia a ele. A responsabilidade de tanta que era me deixava desnorteado, eu era um simples nordestino. Pernas simples como dum pardal. Poderia negar qualquer coisa que a tal me seria permitido. Esqueci-te durante alguns curtos ou longos instantes. Mas dei-me conta de que meu coração é teu, e que não poderia esquecer do poder que tivemos um dia. Não poderia esquecer que eu fui todo ao seu dispor. Era uma coisa fria que ficou me mim. Negar-te. Negar-te? Negar-te! Talvez o que me restava fazer. Simplesmente pedir para que não se pronunciasse teu nome. E adormeci.

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